Ex- colaboradores

ALICE ALVES

Screen Shot 2016-04-26 at 23.20.43Licenciada em Educação pela Universidade do Minho. Mestre em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Tem aptidão para idosos, com os quais gosta de trabalhar e trocar experiências. Deste modo, aceitou o desafio da STOL de modo a incorporar a ciência neste contexto.

ANA RITA GOMES

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Bem, nunca pensei vir a ser bióloga… Sempre pensei que seria enfermeira ou até médica, no entanto, quando descobri a Biologia “a sério” pela primeira vez senti um bichinho que me disse para ficar e aprender mais sobre isto. A verdade é que já lá vão  três anos e não me arrependo da escolha. Quando penso no futuro vejo-me a ter algumas dificuldades, nomeadamente a arranjar trabalho, mas sei que se não tivesse seguido o meu instinto não teria sido tão feliz. Devo agradecer à minha família e amigos porque sempre me apoiaram nas escolhas que fiz.

ANA ALVES

15935614_10212162123507424_1624538996_nSer de ciências é ser do contra! É questionar dogmas, ideias fixas, oficiais. Sobretudo é querer saber mais, sempre mais. Mas saber não chega. O difícil é partilhar todo esse saber com outrem duma forma simples e assimilável. É aí que entra a interdisciplinidade, a arte e a criatividade. Tenho vindo a colaborar com o  STOL, com modelos 3D em croché, desde 2011.
Há quem me tenha perguntado se sou de História de Arte ao que invariavelmente respondo: Não, de modo algum! Sou de Bioquímica com mestrado em Genética Molecular e trabalho em Assuntos Regulamentares e Farmacovigilância em Estudos Clínicos.

 

ANA SOUSA

Quando era mais jovem desenhava infinitamente, mas também adorava fazer perguntas Screenshot 2018-02-19 22.11.41.pnge questionar o status quo. Acabei por tirar Biologia e depois, não completamente satisfeita, segui para a Comunicação de Ciência, onde pude finalmente juntar a ciência ao contacto com as pessoas. Volvidos 3 meses na Escócia aprendi a falar um inglês engraçado, mas também a analisar módulos expositivos. Além disso, sou uma nerd do associativismo e estou sempre metida em alguma organização. Adoro desenvolver atividades, adoro o multiculturalismo e gentes diversas. Recentemente tenho acolhido jovens estrangeiros aos quais mostro a bela cultura portuguesa. Entretanto vi-me com tempo suficiente para organizar mais coisas e cá estou eu para ajudar a despertar o gosto pela ciência.

ANDREIA PACHECO

Sou apaixonada pelo conhecimento e por dar sentido a questões aparentemente Screenshot 2018-02-19 22.25.19.pngcomplexas. Era ainda criança quando decidi: “quando for grande vou ser bióloga como o David Attenborough!”. No entanto, de “leões e vida selvagem” a minha vida teve pouco e, como bióloga, os seres mais ferozes que encontrei foram mesmo as leveduras. Fiz doutoramento, pós-doutoramento, fui bailarina, dei aulas e estive dois anos em Angola. Conclusão? A minha vida não é um fluxograma e a monotonia não me caracteriza. Adoro História, música, livros, sardinhas assadas, praia e caminhadas. Adoro o meu País, a língua portuguesa e mais depressa tomava um nespresso com Pessoa do que com Clooney. Se pudesse seria Leonardo da Vinci dos tempos modernos… Infelizmente não tenho jeito para nada. Mas acredito que dava uma Gioconda bem mais simpática. Actualmente trabalho em comunicação de ciência porque acredito que em todas as coisas há uma história de ciência para contar.

 

CHISOKA SIMÕES

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Descrevo-me como um eterno fascinado pela transversalidade das ciências, pelas conexões do universo, das comunidades e do ser. Pelas conexões do ser (mente e corpo), licenciei-me em Reabilitação Psicomotora, pelas relações interpessoais e com o objectivo à super-herói “de mudar o mundo” embarquei no mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Creio que para juntar e compreender melhor este misto de paixões… nada melhor do que recorrer à Ciência.

Aluno do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária fez o estágio sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2015 / 2016 

 

DANIELA FERNANDES

Licenciada em Línguas e Literaturas Europeias, procurava nas palavras o refúgio para a Screenshot 2018-02-19 22.25.57.pngalma. Cansada de mergulhar nos livros e naufragar nas suas páginas, ingressei no Mestrado de Educação – Área de Educação de Adultos e Intervenção Comunitária com a vontade e a necessidade de trabalhar com as pessoas e para as pessoas. Chocada com uma humanidade cada vez mais desumana, encontrei na Educação a esperança e a crença de uma sociedade benevolente. Neste contexto, encaro o desafio do STOL como forma de aliançar a Ciência e aqueles que buscam conhecimento e o seu desenvolvimento pessoal (inclusive eu).

Aluna do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária a realizar o estágio curricular sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2017 / 2018.

 

ELISABETE MARTINS

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A teimosia e a curiosidade sempre marcaram a minha vida e talvez por essa razão nunca tenha compreendido o que leva algumas pessoas a discriminarem a “diferença”. Optei por ingressar na Licenciatura em Educação por acreditar que para perceber as atitudes de uma pessoa tenho de ser capaz de ver o mundo segundo a sua perspetiva. Atualmente dedico-me ao Mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária, que me tem dado as bases necessárias para poder participar no processo de inclusão das pessoas que são inferiorizadas e discriminadas. Foi através deste que conheci o STOL, projeto através do qual espero poder aliar a ciência ao meu crescimento enquanto pessoa e enquanto Técnica Superior de Educação.

Aluna do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária a realizar o estágio curricular sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2016 / 2017.

EUGÉNIA CUNHA

Screen Shot 2016-04-26 at 23.16.40Sou técnica Superior de Educação com especialidade em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Optei por seguir esta área porque sonhava (vá ainda sonho) viver num “mundo perfeito”. O chamado sonho utópico. No entanto, concretizar sonhos exige saber ser realista o mais possível. Como alguém disse um dia: seria loucura pensar que posso mudar o mundo sozinho, mas nada me impede de tentar… Pequenas iniciativas/ acções podem ser pequenas gotas num oceano, bem sei! Mas pequenos feitos podem significar oportunidades para a construção desse “mundo melhor”. Acredito na existência do lado unido, fraterno e grandioso da humanidade. Acredito na mudança e no poder da aprendizagem. Acredito que pelo menos posso tentar fazer a diferença! Quero acreditar que o poder do sonho utópico pode mover mundos e fundos.

HÉLDER CARVALHO

Screen Shot 2016-03-07 at 23.12.18Bem, nunca tive muito jeito para me descrever, mas cá vai… Sou estudante de Biologia Aplicada e estou no último ano da licenciatura. Sou um interessado pela vida e pelo que nos rodeia, escusado será dizer que esta foi uma das razões maiores porque ingressei neste curso. Para além de que sou um apaixonado pela natureza, e à medida que vou conhecendo a Biologia, essa paixão cresce. Poderia acrescentar muito mais, mas o objetivo não é desinteressar as pessoas e sim despertar o interesse científico e educa-las no sentido de abrir horizontes, mostrando que a Ciência faz parte da vida. Ou melhor, a Ciência é a vida!

Aluno finalista de Biologia Aplicada fez o projecto de fim de curso sob a orientação de Alexandra Nobre e de Ana Cunha – Maio a Julho 2016

INÊS MESQUITA

Screenshot 2018-03-15 20.40.34Com ideais de carreira que já foram desde polícia a cartoonista, o gosto pela natureza e pelo entendimento de como os seres vivos funcionam, levou-me, enfim, à licenciatura em Biologia Aplicada, da qual frequento o 3º ano. Insatisfeita com a falta de dinamismo com que, normalmente, se divulgam temas científicos, tomei interesse por Comunicação da Ciência, e, apesar de não ter o maior “à vontade” com public speaking, tenho muito gosto em tentar tornar a Biologia mais acessível. Sou fascinada por idiomas e, se pudesse, aprenderia todas as línguas do Mundo, mas, para já, à parte da iniciação (mesmo) muito breve em alemão e japonês, contento-me com o inglês e um “portunhol” impecável. Prefiro, e acredito ter mais jeito para escrever histórias do que escrever sobre mim, mas tentar não custa, não é verdade?

Aluna finalista de Biologia Aplicada a colaborar com o STOL em diversas actividades e a fazer o projecto de fim de curso sob a orientação de Alexandra Nobre  – Maio a Julho 2018

JOANA MARTINS

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Sempre acreditei que cada pessoa tem a capacidade de transformar o mundo, tornando-o um sítio melhor. Por esse motivo ingressei no Mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária, pois numa conjuntura em que, cada vez mais, se verifica o individualismo, parece-me fundamental trabalhar junto das pessoas promovendo valores como a generosidade, a solidariedade, a entreajuda e o companheirismo. A STOL surge nesta caminhada como forma de aliar a Ciência às Humanidades com vista a melhorar a compreensão de tudo o que nos rodeia, permitindo assim um maior conhecimento de nós próprios.

Aluna do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária a realizar o estágio curricular sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2016 / 2017.

LUÍS ISMAEL

luis ismaelDe nome Luís Filipe Ismael, sou estudante de Biologia Aplicada da Universidade do Minho. Fascina-me o Mundo, as montanhas, florestas, os vales desenhados, o zumbir das abelhas e o rebentar das ondas. Não gosto da cidade nem dos campos agrícolas todos idênticos. Tenho o sonho de poder levantar voo sempre que me apetecer, usar a terra como uma tela e estar no ar a apreciar uma hipotética obra de arte. Comestível e habitável.

MARCO FREITAS

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Entrei na Licenciatura em Educação e prossegui no Mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária para lutar contra todas as desigualdades e discriminações que se propagam e são disseminadas na sociedade. O mundo de hoje prova a cada instante a necessidade de se impulsionar nas pessoas, a consciência crítica e a capacidade de participarem activamente na construção da sociedade de que também fazem parte. O STOL entra nesta equação como um “reforço de peso” para esta luta que deveria ser de todos. E fá-lo levando a Ciência e, consequentemente, uma visão mais aprofundada  das coisas àqueles que são, ou foram, excluídos múltiplas vezes do acesso a este tipo de conhecimento e saber.

Aluno do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária a realizar o estágio curricular sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2016 / 2017.

 

PEDRO ALVES 

Screenshot 2018-01-22 18.15.22Desde cedo desenvolvi um particular fascínio pelos traços, cores e dinâmicas da Natureza. Esta constante admiração pelo que me rodeava foi aumentando ao longo do meu crescimento numa zona rural, e culminou na formação académica em Biologia. Tenho colaborado em campanhas nacionais de sensibilização ambiental como monitor científico e designer (criando material didáctico e de divulgação) e, paralelamente, desenvolvo projetos de sensibilização ambiental como fotógrafo de natureza e vida selvagem. Acredito que a comunicação (falada e imagética) é a via mais eficaz para sensibilizar o mundo contemporâneo, pois “Quem conhece, ama, e quem ama, protege”.

 

PEDRO MENDES

Pedro MendesTal como os meus colegas no curso de Ciências no secundário, não estava particularmente interessado nos tipos de orações subordinadas nas aulas de Português. Porém, foi precisamente aí que me apercebi que gostava de escrever e, após ter ainda ponderado seguir o curso de Jornalismo, fui para Engenharia Física (sim, toda a gente me diz que são cursos que têm tudo a ver) mas sempre com este “bichinho” na cabeça. Co-fundei uma revista, faço parte da equipa de outra, divulgo a Física pelo país com o Instituto Superior Técnico e costumo marcar presença em conferências, exposições, concursos e outras iniciativas, tendo ainda sido semifinalista nacional no FameLab 2016, um concurso de comunicação científica a nível internacional. Além disto tenho ainda alguns defeitos, como ter a mania que tenho piada e não me lembrar de mais algum.

 

PEDRO VELOSO

DSC_0597O meu interesse pelo mundo da ciência foi o principal responsável por me ter lançado na imensidão da Biologia. Mais tarde e de maneira a complementar conhecimentos, resolvi prosseguir estudos no mestrado de bioengenharia, um nome que causa impacto pela sua masculinidade. Contudo, ao longo da minha formação académica, a minha paixão pessoal pela escrita, edição de imagem e multimédia em geral, assim como pelas novas tecnologias levou-me a pensar seriamente em juntar os dois mundos, fugindo assim à rotina do laboratório. Assim, desde Setembro que pertenço a este multifacetado e interessante projecto, maior a cada dia que passa. Apresento-me como o novato da equipa, “instagramer” (mas não de selfies) e viciado em desporto. Mais sobre mim aqui.

SARA MARTINS

12355336_872584616189728_692637907_nDizem que sou o elemento furacão do grupo por ser a única que verdadeiramente aprecia a adrenalina do contra-relógio. Sou escuteira desde que me lembro e oriunda da “terra do galo”. A minha flor preferida é o brócolo e a cultura que mais admiro é o iogurte natural. Sou licenciada em Biologia Aplicada mas não sou bióloga. A comunicação é que é a minha praia. Em Madrid, em Erasmus, comecei a
minha ligação à comunicação e divulgação de ciência. Acredito no poder do humor e, portanto, sonho vir um dia a ter mesmo piada.

SÍLVIA COELHO

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Sou socióloga e técnica superior de educação de adultos e intervenção comunitária, com um interesse profundo pelos comportamentos desviantes e pelas instituições totais. Sempre me imaginei a estudar e a agir sobre os, considerados pelo senso comum, outsiders, passando-lhes ensinamentos multidisciplinares. Foi neste sentido que cheguei ao STOL, porque acredito na transmissão de conhecimento e na sua indispensabilidade.

Aluna do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária fez o estágio sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2015 / 2016

 

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