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ALEXANDRA FERNANDES

Os afamados testes psicotécnicos, ainda jovem, ditaram que havia de ser cientista ao invés de artista. Sucede que, dias há (a grande maioria), em que não consigo silenciar nenhum dos dois lados, acreditando ser possível vivê-los em perfeita simbiose. Licenciada em Biologia e mestre em Ambiente, colocarem-me uma máquina fotográfica nas mãos é verem-me feliz. Uma folha de papel e um lápis viajariam comigo para uma ilha deserta. Da contemplação e meditação à energia intensa, essa sou eu. Gosto de pessoas. Genuinamente. “A educação é a chave”, sempre acreditei. Pouquíssimas coisas me tiram do sério, mas a injustiça fá-lo em segundos. Dizem que sou boa ouvinte, na mesma medida em que sou tagarela. Comunicação, hein?

ALICE ALVES

Licenciada em Educação pela Universidade do Minho. Mestre em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária.Tem aptidão para idosos, com os quais gosta de trabalhar e trocar experiências. Deste modo, aceitou o desafio da STOL de modo a incorporar a ciência neste contexto.

ANA MARGARIDA OLIVEIRA

Ver o mundo de uma forma diferente e questioná-lo a toda a hora e momento foi algo que nasceu comigo! Conhecer os animais, a forma como cresciam e floriam as plantas e perceber os mais infímos pontos do organismo humano foram temas que sempre me fascinaram! O meu nome é Margarida, nasci e cresci na Cidade Berço e estudo Biologia Aplicada na Universidade do Minho. Considero-me uma pessoa criativa, simpática, empenhada, preocupada e comunicativa. Enquanto estudante de Biologia Aplicada considero fulcral conduzir o conhecimento a toda a comunidade, desde os mais jovens aos adultos, de forma dinâmica, criativa e empreendedora!

ANA RITA GOMES

Bem, nunca pensei vir a ser bióloga… Sempre pensei que seria enfermeira ou até médica, no entanto, quando descobri a Biologia “a sério” pela primeira vez senti um bichinho que me disse para ficar e aprender mais sobre isto. A verdade é que já lá vão três anos e não me arrependo da escolha. Quando penso no futuro vejo-me a ter algumas dificuldades, nomeadamente a arranjar trabalho, mas sei que se não tivesse seguido o meu instinto não teria sido tão feliz. Devo agradecer à minha família e amigos porque sempre me apoiaram nas escolhas que fiz.

ANA RITA OLIVEIRA

Em tempos em que tudo e mais alguma coisa está à distância de um clique é imprescindível desmistificar a imagem do cientista, quebrar barreiras entre a comunidade científica e a restante população numa tentativa de destruir preconceitos e combater a iliteracia científica. Apenas recentemente vim a descobrir que já faço um pouquinho comunicação de Ciência há algum tempo através das redes sociais, tendo usado estas plataformas para informar e educar todos aqueles que vêem os meus posts tanto sobre ciência, como sobre os mais diversos temas tais como feminismo, ecologia, denúncia de atos ilegais ou imorais. A Ciência sempre me fascinou e o preconceito com o “cientista maluco” nunca me afastou. Considero-me uma pessoa bastante comunicativa e comunicar é algo que me dá muito prazer fazer.

ANA ALVES

Ser de Ciências é ser do contra! É questionar dogmas, ideias fixas, oficiais. Sobretudo é querer saber mais, sempre mais. Mas saber não chega. O difícil é partilhar todo esse saber com outrem duma forma simples e assimilável. É aí que entra a interdisciplinidade, a arte e a criatividade. Tenho vindo a colaborar com o  STOL, com modelos 3D em croché, desde 2011.
Há quem me tenha perguntado se sou de História de Arte ao que invariavelmente respondo: Não, de modo algum! Sou de Bioquímica com mestrado em Genética Molecular e trabalho em Assuntos Regulamentares e Farmacovigilância em Estudos Clínicos.

ANA SOUSA

Quando era mais jovem desenhava infinitamente, mas também adorava fazer perguntas e questionar o status quo. Acabei por tirar Biologia e depois, não completamente satisfeita, segui para a Comunicação de Ciência, onde pude finalmente juntar a ciência ao contacto com as pessoas. Volvidos 3 meses na Escócia aprendi a falar um inglês engraçado, mas também a analisar módulos expositivos. Além disso, sou uma nerd do associativismo e estou sempre metida em alguma organização. Adoro desenvolver atividades, adoro o multiculturalismo e gentes diversas. Recentemente tenho acolhido jovens estrangeiros aos quais mostro a bela cultura portuguesa. Entretanto vi-me com tempo suficiente para organizar mais coisas e cá estou eu para ajudar a despertar o gosto pela ciência.

ANDREIA PACHECO

Sou apaixonada pelo conhecimento e por dar sentido a questões aparentemente complexas. Era ainda criança quando decidi: “quando for grande vou ser bióloga como o David Attenborough!”. No entanto, de “leões e vida selvagem” a minha vida teve pouco e, como bióloga, os seres mais ferozes que encontrei foram mesmo as leveduras. Fiz doutoramento, pós-doutoramento, fui bailarina, dei aulas e estive dois anos em Angola. Conclusão? A minha vida não é um fluxograma e a monotonia não me caracteriza. Adoro História, música, livros, sardinhas assadas, praia e caminhadas. Adoro o meu País, a língua portuguesa e mais depressa tomava um nespresso com Pessoa do que com Clooney. Se pudesse seria Leonardo da Vinci dos tempos modernos… Infelizmente não tenho jeito para nada. Mas acredito que dava uma Gioconda bem mais simpática. Actualmente trabalho em comunicação de ciência porque acredito que em todas as coisas há uma história de ciência para contar.

CHISOKA SIMÕES

Descrevo-me como um eterno fascinado pela transversalidade das ciências, pelas conexões do universo, das comunidades e do ser. Pelas conexões do ser (mente e corpo), licenciei-me em Reabilitação Psicomotora, pelas relações interpessoais e com o objectivo à super-herói “de mudar o mundo” embarquei no mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Creio que para juntar e compreender melhor este misto de paixões… nada melhor do que recorrer à Ciência.

CLARA COSTA OLIVEIRA

Douda transdisciplinar, de filosofia, focalizada na da biologia e ciências práticas afins. Defendendo o holismo epistemológico, no qual a dimensão comunitária se integra na biológica, interesso-me pela comunicação não-verbal e pelo sofrimento humano. Vai daí também na construção/ aprendizagem de ciência pelas pessoas que menos a ela têm acesso: idosos institucionalizados, doentes pós-traumáticos, adictos de substâncias ilegais, refugiados, migrantes… Gente estranha é comigo (questão empática). Procuro o equilíbrio entre 24 anos de ioga e uma vida de dança, agora circulares, que coordeno. Voluntária em várias instituições (ACM e SPEAK-Braga, mais recentemente), acredito cada vez menos nelas e nas pessoas enquanto tal. Família e amigos são os meus alicerces.

DANIEL RIBEIRO

Biólogo pela Universidade do Minho, dediquei-me à Comunicação de Ciência no final do curso, mal sabendo eu no que me estava a meter. Hoje admito que a passar o dia no laboratório e a noite a escrever artigos não era vida para mim. Prefiro comunicar o conhecimento científico, de preferência, sem que ninguém adormeça. É, por isso, com prazer que faço parte desta equipa. Sou o elemento zen do grupo, o que faz a melhor mousse de maracujá e p’raí o 6º com mais piada.

DANIELA FERNANDES

Licenciada em Línguas e Literaturas Europeias, procurava nas palavras o refúgio para a alma. Cansada de mergulhar nos livros e naufragar nas suas páginas, ingressei no Mestrado de Educação – Área de Educação de Adultos e Intervenção Comunitária com a vontade e a necessidade de trabalhar com as pessoas e para as pessoas. Chocada com uma humanidade cada vez mais desumana, encontrei na Educação a esperança e a crença de uma sociedade benevolente. Neste contexto, encaro o desafio do STOL como forma de aliançar a Ciência e aqueles que buscam conhecimento e o seu desenvolvimento pessoal (inclusive eu).

DIOGO GOMES

No estado actual em que o planeta se encontra, o futuro não é tão certo como antes fora. Para mudar isso, as novas gerações terão um papel extremamente importante e cabe-nos a nós direcioná-las para esse objetivo. Quando me foi dada a oportunidade de fazer exatamente isso agarrei-a com ambas as mãos e aqui estou. A acabar a licenciatura em Biologia Aplicada, espero conseguir transmitir a importância da Ciência e a sua relação com o mundo. Sou uma pessoa pacata que não gosta de confusões (daí o entusiasmo por trabalhar com crianças… não calma…) e com um bom sentido de humor.  

ELISABETE MARTINS

A teimosia e a curiosidade sempre marcaram a minha vida e talvez por essa razão nunca tenha compreendido o que leva algumas pessoas a discriminarem a “diferença”. Optei por ingressar na Licenciatura em Educação por acreditar que para perceber as atitudes de uma pessoa tenho de ser capaz de ver o mundo segundo a sua perspetiva. Atualmente dedico-me ao Mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária, que me tem dado as bases necessárias para poder participar no processo de inclusão das pessoas que são inferiorizadas e discriminadas. Foi através deste que conheci o STOL, projeto através do qual espero poder aliar a ciência ao meu crescimento enquanto pessoa e enquanto Técnica Superior de Educação.

EUGÉNIA CUNHA

Sou técnica Superior de Educação com especialidade em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Optei por seguir esta área porque sonhava (vá ainda sonho) viver num “mundo perfeito”. O chamado sonho utópico. No entanto, concretizar sonhos exige saber ser realista o mais possível. Como alguém disse um dia: seria loucura pensar que posso mudar o mundo sozinho, mas nada me impede de tentar… Pequenas iniciativas/ acções podem ser pequenas gotas num oceano, bem sei! Mas pequenos feitos podem significar oportunidades para a construção desse “mundo melhor”. Acredito na existência do lado unido, fraterno e grandioso da humanidade. Acredito na mudança e no poder da aprendizagem. Acredito que pelo menos posso tentar fazer a diferença! Quero acreditar que o poder do sonho utópico pode mover mundos e fundos.

HÉLDER CARVALHO

Bem, nunca tive muito jeito para me descrever, mas cá vai… Sou estudante de Biologia Aplicada e estou no último ano da licenciatura. Sou um interessado pela vida e pelo que nos rodeia, escusado será dizer que esta foi uma das razões maiores porque ingressei neste curso. Para além de que sou um apaixonado pela natureza, e à medida que vou conhecendo a Biologia, essa paixão cresce. Poderia acrescentar muito mais, mas o objetivo não é desinteressar as pessoas e sim despertar o interesse científico e educa-las no sentido de abrir horizontes, mostrando que a Ciência faz parte da vida. Ou melhor, a Ciência é a vida!

 

INÊS MESQUITA

Penso que não damos o mérito devido aos assuntos quando descomplicados.
Nascida e criada em Terra de Mar, tenho 20 anos e estudo Biologia Aplicada na Universidade do Minho. Adoro ir à praia no Inverno, comer torradas com manteiga e ouvir música pimba (não necessariamente por esta ordem e definitivamente não em simultâneo).
Fascina-me como cada pessoa tem uma maneira única de ver o mundo. Fascina-me como um mesmo conhecimento pode ser simplificado e divulgado de formas tão diversas.
O meu interesse que começou voltado para a vertente mais educacional de todo e qualquer tópico, atualmente funciona aliado principalmente à Ciência. Isto porque considero que explicar hoje pequenas coisas a pequenas mentes fará com que se desencadeie, num amanhã, uma mudança inigualável.

INÊS RITES

Penso que não damos o mérito devido aos assuntos quando descomplicados.
Nascida e criada em Terra de Mar, tenho 20 anos e estudo Biologia Aplicada na Universidade do Minho. Adoro ir à praia no Inverno, comer torradas com manteiga e ouvir música pimba (não necessariamente por esta ordem e definitivamente não em simultâneo).
Fascina-me como cada pessoa tem uma maneira única de ver o mundo. Fascina-me como um mesmo conhecimento pode ser simplificado e divulgado de formas tão diversas.
O meu interesse que começou voltado para a vertente mais educacional de todo e qualquer tópico, atualmente funciona aliado principalmente à Ciência. Isto porque considero que explicar hoje pequenas coisas a pequenas mentes fará com que se desencadeie, num amanhã, uma mudança inigualável.

INÊS SAAVEDRA

Curiosa por natureza e não só pela natureza, tirei a Licenciatura em Física e, actualmente, encontro-me a terminar o mestrado em Física Fundamental. No fundo, sou uma apaixonada pelo que me rodeia e por aprender coisas novas de áreas muito distintas – foi por esta via que encontrei, por acaso, o STOL. Algo que mexe profundamente comigo, são as injustiças sociais para com as pessoas só porque vêm do sítio x, não têm o dinheiro y, têm a cor z, o sexo w, etc… Para além deste sofrimento real, sofro ainda de um outro mal menor que é a minha ansiedade crónica por perceber que os dias têm poucas horas para tudo aquilo que gostaria de fazer. Contudo, não deixo de lutar por aquilo em que acredito!

ISABEL LUÍSA CRUZ

Lisboeta, saltitou na vida adulta por aqui e por ali, até que “aterrou” no Minho numa aldeia com oceano, rio e montanha.
Bióloga de formação, adora o mar e mergulhar em reinos de fantasia. Descobriu que gosta de fazer crónicas e colabora na promoção de uma Associação Musical local. Sempre a achar que há muito mais a descobrir.

IVO LIMA

Sou estudante finalista de Biologia Aplicada da Universidade do Minho, que é como quem diz, um “quase biólogo”. Considero-me uma pessoa extrovertida que gosta de aliar conhecimentos científicos a uma boa conversa. Sendo um dos alunos mais recente deste projecto STOL, o meu objectivo é mostrar que o cidadão comum tem o dever e o direito de conhecer o mundo através de uma “visão científica”. Sou a pessoa mais positiva que conheço e com isso aprendi a encarar tudo com um sorriso na cara e com humor para dar e vender (de preferência vender).

JoANA FIGUEIREDO

Desde muito cedo que dizia que queria seguir Biologia e assim o fiz, encontro-me agora no primeiro ano da licenciatura e a gostar de cada minuto. Sou muito curiosa e isso leva-me a pesquisar e ler sobre todo o tipo de temas e a querer saber sempre mais.
A comunicação da Ciência é algo muito importante na sociedade e tendo eu um enorme gosto em escrever e fotografar, este projeto (STOL) despertou-me logo interesse. Sempre me disseram que sou muito boa a explicar “coisas” e a comunicar de forma a que toda a gente entenda, também considero que tenho jeito para escrever e sinto-me bastante mais confortável neste mundo. Como tenho um bocado de fobia de falar em público, sem dúvida que me sinto mais à vontade a falar com crianças, mas isto era algo que também gostava de mudar.

JOANA MARTINS

Sempre acreditei que cada pessoa tem a capacidade de transformar o mundo, tornando-o um sítio melhor. Por esse motivo ingressei no Mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária, pois numa conjuntura em que, cada vez mais, se verifica o individualismo, parece-me fundamental trabalhar junto das pessoas promovendo valores como a generosidade, a solidariedade, a entreajuda e o companheirismo. A STOL surge nesta caminhada como forma de aliar a Ciência às Humanidades com vista a melhorar a compreensão de tudo o que nos rodeia, permitindo assim um maior conhecimento de nós próprios.

LUÍS ISMAEL

De nome Luís Filipe Ismael, sou estudante de Biologia Aplicada da Universidade do Minho. Fascina-me o Mundo, as montanhas, florestas, os vales desenhados, o zumbir das abelhas e o rebentar das ondas. Não gosto da cidade nem dos campos agrícolas todos idênticos. Tenho o sonho de poder levantar voo sempre que me apetecer, usar a terra como uma tela e estar no ar a apreciar uma hipotética obra de arte. Comestível e habitável.

MARCO FREITAS

Entrei na Licenciatura em Educação e prossegui no Mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária para lutar contra todas as desigualdades e discriminações que se propagam e são disseminadas na sociedade. O mundo de hoje prova a cada instante a necessidade de se impulsionar nas pessoas, a consciência crítica e a capacidade de participarem activamente na construção da sociedade de que também fazem parte. O STOL entra nesta equação como um “reforço de peso” para esta luta que deveria ser de todos. E fá-lo levando a Ciência e, consequentemente, uma visão mais aprofundada  das coisas àqueles que são, ou foram, excluídos múltiplas vezes do acesso a este tipo de conhecimento e saber.

MÉLANIE PEREIRA

A Ciência sempre despertou em mim uma enorme curiosidade. Olhava em meu redor e pensava, com os meus botões, como poderia ser possível tal harmonia na Natureza e como é que tudo funcionava tão bem até no mais ínfimo pormenor.  O gosto pelo meio ambiente levou-me à Licenciatura em Biologia Aplicada da qual sou finalista. Acredito que as crianças são uma peça-chave na nossa sociedade e que é nosso dever levar-lhes um pouco do mundo da Ciência, que é tão fascinante, para as estimular e sensibilizar a cuidarem da “sua casa”, o planeta Terra.

PEDRO ALVES

Desde cedo desenvolvi um particular fascínio pelos traços, cores e dinâmicas da Natureza. Esta constante admiração pelo que me rodeava foi aumentando ao longo do meu crescimento numa zona rural, e culminou na formação académica em Biologia. Tenho colaborado em campanhas nacionais de sensibilização ambiental como monitor científico e designer (criando material didáctico e de divulgação) e, paralelamente, desenvolvo projetos de sensibilização ambiental como fotógrafo de natureza e vida selvagem. Acredito que a comunicação (falada e imagética) é a via mais eficaz para sensibilizar o mundo contemporâneo, pois “Quem conhece, ama, e quem ama, protege”.

PEDRO MENDES

al como os meus colegas no curso de Ciências no secundário, não estava particularmente interessado nos tipos de orações subordinadas nas aulas de Português. Porém, foi precisamente aí que me apercebi que gostava de escrever e, após ter ainda ponderado seguir o curso de Jornalismo, fui para Engenharia Física (sim, toda a gente me diz que são cursos que têm tudo a ver) mas sempre com este “bichinho” na cabeça. Co-fundei uma revista, faço parte da equipa de outra, divulgo a Física pelo país com o Instituto Superior Técnico e costumo marcar presença em conferências, exposições, concursos e outras iniciativas, tendo ainda sido semifinalista nacional no FameLab 2016, um concurso de comunicação científica a nível internacional. Além disto tenho ainda alguns defeitos, como ter a mania que tenho piada e não me lembrar de mais algum.

PEDRO VELOSO

O meu interesse pelo mundo da ciência foi o principal responsável por me ter lançado na imensidão da Biologia. Mais tarde e de maneira a complementar conhecimentos, resolvi prosseguir estudos no mestrado de bioengenharia, um nome que causa impacto pela sua masculinidade.Contudo, ao longo da minha formação académica, a minha paixão pessoal pela escrita, edição de imagem e multimédia em geral, assim como pelas novas tecnologias levou-me a pensar seriamente em juntar os dois mundos, fugindo assim à rotina do laboratório. Assim, desde Setembro que pertenço a este multifacetado e interessante projecto, maior a cada dia que passa. Apresento-me como o novato da equipa, “instagramer” (mas não de selfies) e viciado em desporto. 

SARA MARTINS

Dizem que sou o elemento furacão do grupo por ser a única que verdadeiramente aprecia a adrenalina do contra-relógio. Sou escuteira desde que me lembro e oriunda da “terra do galo”. A minha flor preferida é o brócolo e a cultura que mais admiro é o iogurte natural. Sou licenciada em Biologia Aplicada mas não sou bióloga. A comunicação é que é a minha praia. Em Madrid, em Erasmus, comecei a
minha ligação à comunicação e divulgação de ciência. Acredito no poder do humor e, portanto, sonho vir um dia a ter mesmo piada.

SÍLVIA COELHO

Sou socióloga e técnica superior de educação de adultos e intervenção comunitária, com um interesse profundo pelos comportamentos desviantes e pelas instituições totais. Sempre me imaginei a estudar e a agir sobre os, considerados pelo senso comum, outsiders, passando-lhes ensinamentos multidisciplinares. Foi neste sentido que cheguei ao STOL, porque acredito na transmissão de conhecimento e na sua indispensabilidade.

TERESA GONÇALVES

Possuindo uma Licenciatura em Estudos Portugueses e Lusófonos na Universidade do Minho considerei ser imprescindível complementar esta formação. Neste sentido, em busca de algo diferente, ingressei no Mestrado em Educação- Educação de Adultos e Intervenção Comunitária. Descobri que posso desenvolver um aspeto a mim intrínseco: a ajuda intercomunitária, focada e dirigida aqueles que têm mais dificuldades sócio-económico-culturais, que são colocados de parte da sociedade, bem como a elementos que se encontram a beneficiar de oportunidades de reinserção social. Neste âmbito, aconselharam-me a integrar a equipa da STOL, tendo assim, a oportunidade de adquirir os conhecimentos necessários à implementação de atividades científicas com o público-alvo do meu estudo de Mestrado.