Colaboradores

ALEXANDRA FERNANDES

Alexandra FernandesOs afamados testes psicotécnicos, ainda jovem, ditaram que havia de ser cientista ao invés de artista. Sucede que, dias há (a grande maioria), em que não consigo silenciar nenhum dos dois lados, acreditando ser possível vivê-los em perfeita simbiose. Licenciada em Biologia e mestre em Ambiente, colocarem-me uma máquina fotográfica nas mãos é verem-me feliz. Uma folha de papel e um lápis viajariam comigo para uma ilha deserta. Da contemplação e meditação à energia intensa, essa sou eu. Gosto de pessoas. Genuinamente. “A educação é a chave”, sempre acreditei. Pouquíssimas coisas me tiram do sério, mas a injustiça fá-lo em segundos. Dizem que sou boa ouvinte, na mesma medida em que sou tagarela. Comunicação, hein?

 

ANA ALVES

15935614_10212162123507424_1624538996_nSer de ciências é ser do contra! É questionar dogmas, ideias fixas, oficiais. Sobretudo é querer saber mais, sempre mais. Mas saber não chega. O difícil é partilhar todo esse saber com outrem duma forma simples e assimilável. É aí que entra a interdisciplinidade, a arte e a criatividade. Tenho vindo a colaborar com o  STOL, com modelos 3D em croché, desde 2011.
Há quem me tenha perguntado se sou de História de Arte ao que invariavelmente respondo: Não, de modo algum! Sou de Bioquímica com mestrado em Genética Molecular e trabalho em Assuntos Regulamentares e Farmacovigilância em Estudos Clínicos.

 

ANA SOUSA

Quando era mais jovem desenhava infinitamente, mas também adorava fazer perguntas Screenshot 2018-02-19 22.11.41.pnge questionar o status quo. Acabei por tirar Biologia e depois, não completamente satisfeita, segui para a Comunicação de Ciência, onde pude finalmente juntar a ciência ao contacto com as pessoas. Volvidos 3 meses na Escócia aprendi a falar um inglês engraçado, mas também a analisar módulos expositivos. Além disso, sou uma nerd do associativismo e estou sempre metida em alguma organização. Adoro desenvolver atividades, adoro o multiculturalismo e gentes diversas. Recentemente tenho acolhido jovens estrangeiros aos quais mostro a bela cultura portuguesa. Entretanto vi-me com tempo suficiente para organizar mais coisas e cá estou eu para ajudar a despertar o gosto pela ciência.

ANDREIA PACHECO

Sou apaixonada pelo conhecimento e por dar sentido a questões aparentemente Screenshot 2018-02-19 22.25.19.pngcomplexas. Era ainda criança quando decidi: “quando for grande vou ser bióloga como o David Attenborough!”. No entanto, de “leões e vida selvagem” a minha vida teve pouco e, como bióloga, os seres mais ferozes que encontrei foram mesmo as leveduras. Fiz doutoramento, pós-doutoramento, fui bailarina, dei aulas e estive dois anos em Angola. Conclusão? A minha vida não é um fluxograma e a monotonia não me caracteriza. Adoro História, música, livros, sardinhas assadas, praia e caminhadas. Adoro o meu País, a língua portuguesa e mais depressa tomava um nespresso com Pessoa do que com Clooney. Se pudesse seria Leonardo da Vinci dos tempos modernos… Infelizmente não tenho jeito para nada. Mas acredito que dava uma Gioconda bem mais simpática. Actualmente trabalho em comunicação de ciência porque acredito que em todas as coisas há uma história de ciência para contar.

 

DANIELA FERNANDES

Licenciada em Línguas e Literaturas Europeias, procurava nas palavras o refúgio para a Screenshot 2018-02-19 22.25.57.pngalma. Cansada de mergulhar nos livros e naufragar nas suas páginas, ingressei no Mestrado de Educação – Área de Educação de Adultos e Intervenção Comunitária com a vontade e a necessidade de trabalhar com as pessoas e para as pessoas. Chocada com uma humanidade cada vez mais desumana, encontrei na Educação a esperança e a crença de uma sociedade benevolente. Neste contexto, encaro o desafio do STOL como forma de aliançar a Ciência e aqueles que buscam conhecimento e o seu desenvolvimento pessoal (inclusive eu).

Aluna do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária a realizar o estágio curricular sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2017 / 2018.

INÊS MESQUITA

Screenshot 2018-03-15 20.40.34Com ideais de carreira que já foram desde polícia a cartoonista, o gosto pela natureza e pelo entendimento de como os seres vivos funcionam, levou-me, enfim, à licenciatura em Biologia Aplicada, da qual frequento o 3º ano. Insatisfeita com a falta de dinamismo com que, normalmente, se divulgam temas científicos, tomei interesse por Comunicação da Ciência, e, apesar de não ter o maior “à vontade” com public speaking, tenho muito gosto em tentar tornar a Biologia mais acessível. Sou fascinada por idiomas e, se pudesse, aprenderia todas as línguas do Mundo, mas, para já, à parte da iniciação (mesmo) muito breve em alemão e japonês, contento-me com o inglês e um “portunhol” impecável. Prefiro, e acredito ter mais jeito para escrever histórias do que escrever sobre mim, mas tentar não custa, não é verdade?

Aluna finalista de Biologia Aplicada a colaborar com o STOL em diversas actividades e a fazer o projecto de fim de curso sob a orientação de Alexandra Nobre  – Maio a Julho 2018

 

INÊS SAAVEDRA

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Curiosa por natureza e não só pela natureza, tirei a Licenciatura em Física e, actualmente, encontro-me a terminar o mestrado em Física Fundamental. No fundo, sou uma apaixonada pelo que me rodeia e por aprender coisas novas de áreas muito distintas – foi por esta via que encontrei, por acaso, o STOL. Algo que mexe profundamente comigo, são as injustiças sociais para com as pessoas só porque vêm do sítio x, não têm o dinheiro y, têm a cor z, o sexo w, etc… Para além deste sofrimento real, sofro ainda de um outro mal menor que é a minha ansiedade crónica por perceber que os dias têm poucas horas para tudo aquilo que gostaria de fazer. Contudo, não deixo de lutar por aquilo em que acredito!

Aluna do mestrado em Educação de Adultos e Intervenção Comunitária a realizar o estágio curricular sob a orientação de Clara Costa Oliveira com a colaboração de Alexandra Nobre – ano lectivo 2017 / 2018.

 

PEDRO ALVES 

Screenshot 2018-01-22 18.15.22Desde cedo desenvolvi um particular fascínio pelos traços, cores e dinâmicas da Natureza. Esta constante admiração pelo que me rodeava foi aumentando ao longo do meu crescimento numa zona rural, e culminou na formação académica em Biologia. Tenho colaborado em campanhas nacionais de sensibilização ambiental como monitor científico e designer (criando material didáctico e de divulgação) e, paralelamente, desenvolvo projetos de sensibilização ambiental como fotógrafo de natureza e vida selvagem. Acredito que a comunicação (falada e imagética) é a via mais eficaz para sensibilizar o mundo contemporâneo, pois “Quem conhece, ama, e quem ama, protege”.

 

 

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